América Profunda
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Editorial - Novembro de 2021

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Durante o mês de novembro, o mês do tanatico por excelência, encontramos no nosso continente toda uma série de celebrações relacionadas com a morte, sendo o dia 02 de novembro "Dia dos Mortos" a data mais significativa, que corresponde às fortes raízes católicas do nosso território em sincretismo com as culturas existentes e pré-existentes, antes da chegada da cultura europeia. Neste sentido, podemos pensar nestas festividades como sendo eminentemente mestiças.
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A proposta do texto é apresentar elementos que propiciem reflexões críticas acerca da política social no Brasil, cujo processo revela a interação de um conjunto de determinações econômicas, políticas e culturais. Seu desenvolvimento abrange o movimento de produção e reprodução da acumulação capitalista e o grande desafio reside no combate aos desmontes provocados pelo ultraneoliberalismo à efetividade da política social enquanto modalidade de política pública universal, fundamentada na garantia de direitos sociais.
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EXAGERADO

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O poder punitivista que desumaniza, corrói e mutila o povo.
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Se existisse uma máquina do tempo que trouxesse Getúlio Vargas e Luiz Carlos Prestes diretamente do ano de 1945, jogasse os dois, peladões, sem entender nada, como numa cena de filme distópico, no meio do Largo da Carioca, a primeira coisa que eles fariam seria olhar um para cara do outro e falar “eita porra”, depois iam para uma banca arrumar um jornal para cobrir suas “vergonhas”.
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Viva o dia 27 de Setembro!

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Não gosto de final de ano. Não sei se é porque esse lance de inferno astral antes do seu aniversário é real (faço aniversário em janeiro) e entre o Natal e o Ano Novo fico meio ruim, ou se tudo isso é uma baboseira e eu simplesmente não gosto das festas e do clima de final de ano por não gostar mesmo.
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O problema nunca foi Jair

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Jair sempre foi pequeno e sempre será, seja apoiado ou não pela maioria dos eleitores. Afinal, sua modalidade de pequenez é especial: trata-se de pequenez cognitiva, pois não se sustenta por lógica; de pequenez moral, uma vez que é escancaradamente hipócrita; e de pequenez humana, já que é declaradamente contra os direitos humanos, e portanto desumano por definição. Mas isso não é novidade e não pode ser aceito como tal.
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Uma história corporativa

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Era uma vez, muito tempo atrás, uma pequena subsidiária de uma das maiores empresas do mundo. Em certo momento, seu presidente achou melhor fazer uma cisão com a holding. Segundo muitos economistas, foi quando os problemas de gestão se tornaram aparentes.
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Regulando os poderes da vida e da morte através de termos forjados pela produção de fronteiras, confisco de propriedades e classificação de pessoas com base na raça e classe social, Israel vem protagonizando junto ao Brasil um símbolo de trocas globais entre as forças militares e policiais mais brutais do mundo.
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Por: Rodrigo G. M. Silvestre Viveremos em 2022 uma eleição icônica. Estarão presentes três (ao menos) líderes carismáticos, todos representando parcelas importantes da sociedade brasileira, nenhum, entretanto, representando nada de novo. O primeiro, um líder popular, cuja narrativa para a cam...
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Nossa ancestralidade guarda profunda relação com como nos alimentamos. A origem de nossa nutrição, forma como a obtemos, preparamos e consumimos diz muito sobre nossa cultura. Nesse sentido, a colonização sul-americana é marcada tanto pela usurpação de produtos como o milho e a batata, que tanto serviram à expansão e manutenção humana como a conhecemos, quanto pela introdução de hábitos alimentares estranhos que, além de dissociar o latino-americano de sua cultura, ainda introduziu provisões calóricas de maneira inadequada que levaram contingentes inteiros da desnutrição direto para a obesidade. A contemporaneidade, trouxe um paralelo interessante entre a nutrição alimentar e a aquisição e consumo de informação. Nela, talvez, resida a nova forma de dominação que os territórios colonizados vivenciam.
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Nuestra ascendencia está profundamente relacionada con la forma en que comemos. De dónde proviene nuestra nutrición, cómo la obtenemos, preparamos y consumimos dice mucho sobre nuestra cultura. En este sentido, la colonización sudamericana está marcada tanto por la usurpación de productos como el maíz y la papa, que sirvieron tanto para la expansión y el mantenimiento humano como lo conocemos, como por la introducción de hábitos alimenticios extraños que, además de disociar el Latinoamericana de su cultura, incluso introdujo provisiones calóricas inadecuadas que llevaron a contingentes enteros de la desnutrición directamente a la obesidad. La contemporaneidad ha traído un interesante paralelismo entre la nutrición alimentaria y la adquisición y consumo de información. En él, quizás, reside la nueva forma de dominación que experimentan los territorios colonizados.
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Por: Felipe Mongruel Los brasileños somos conocidos en todo el mundo por ser alegres, bailarines y grandes tamborileros. Además de ser caipirinistas y maestros de la "embassadinha", se nos atribuye este pecado de "fanfarrones" porque ganamos mucho dinero con el tráfico de cocaína, con la prostit...
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